Sob o lema “Criptografe dados, descriptografe o corpo”, a Criptofunk é um encontro que tensiona as relações entre tecnologia, cultura e poder a partir das periferias. Como idealizador, produtor e captador de recursos, participei da criação de um espaço que vai além do festival: uma arena crítica onde se cruzam música, arte, ativismo e debates sobre liberdade de expressão, vigilância, privacidade, algoritmos e direitos digitais. Realizada em cinco edições, a Criptofunk afirma que discutir tecnologia não é um luxo acadêmico ou empresarial, mas uma questão urgente de soberania, cuidado integral — físico, digital e psicossocial — e invenção de futuros desde as margens.

 

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